"Cada um recebe seu livre-arbítrio de acordo com o Destino que deve cumprir. Nós fazemos, nós queremos o que o tema de nascimento nos incita a fazer e a querer." Panisha
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Aos meus amigos
Muitas pessoas têm entrado e saido da minha vida
Com todas elas senti
Felicidade
Tristeza
Raiva
Pena
Saudade
Dor
Amor
Paixao
Amizade
Magoei
Fui magoada
Cresci
Aprendi
Mas é indiscutivel olhando para trás , vendo o presente e avistando o futuro, todos sem excepçao , têm um lugar muito especial no meu coraçao e na minha vida , e é com todos que a cada dia que passa vou buscar a força , a justiça e o bom senso , para ser cada vez mais feliz e fazer mais feliz quem me rodeia.
A TODOS os que passaram , passam e irão passar na minha vida o meu muito
OBRIGADO !!!!
Muitas saudades!! já la vao 30 anos!

"Bolinhos e bolinhós
Há um velho costume em Coimbra por altura dos Fiéis Defuntos. Depois do jantar, as crianças juntam-se, vestidas de escuro, com as caras pintalgadas de negro, transportando caixas de cartão ou abóboras vazias, decoradas com carantonhas, dentro das quais levam velas acesas. Tocam às portas da vizinhança, e cantam uma... lúgubre cantilena, pedindo "bolinhos e bolinhós". As pessoas dão-lhes dinheiro ou guloseimas, que agradecem cantando uns versos apropriados; para quem nada dá, há também versos adequados.
Aqui fica a cantilena:
Bolinhos e bolinhós
Para mim e para vós
Para dar aos finados
Que estão mortos enterrados.
À porta da bela cruz, truz, truz…
A senhora está lá dentro
Sentada num banquinho
Faz favor de vir à porta
P’ra nos dar um tostãozinho ou um bolinho.
Se derem canta-se:
Esta casa cheira a broa aqui mora gente boa.
Esta casa cheira a vinho aqui mora algum santinho.
Se não derem canta-se:
Esta casa cheira a alho aqui mora algum espantalho.
Esta casa cheira a pão aqui mora algum papão.
domingo, 30 de outubro de 2011
Amar: Fechei os olhos para não te ver
E a minha boca para não dizer...
E dos meus olhos fechados desceram lágrimas que não enxuguei,
e da minha boca fechada nasceram sussurros
e palavras mudas que te dediquei...
O amor é quando a gente mora um no outro
São de nada tempestades ante a falta que me fazes
Só uma coisa a favor de mim eu posso dizer: nunca feri de propósito. E também me dói quando percebo que feri. Mas tantos defeitos tenho. Sou inquieta, ciumenta, áspera, desesperançosa. Embora amor dentro de mim não falte.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
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